O que dizer de um coronel que deveria proteger vidas, mas que — pela forma como age, na minha opinião — parece mais preocupado em proteger um elenco inteiro de trapalhões fardados

O que dizer de um coronel que deveria proteger vidas, mas que pela forma como age, na minha opinião parece mais preocupado em proteger um elenco inteiro de Bandidos trapalhões fardados?
O Sr coronel Luiz Alberto Baqueiro Paraíso Borges, ao invés de esclarecer os absurdos daquela noite em que meu filho foi executado com tiro no peito com extrema Covardia, resolveu me processar. Deve ter achado que ameaçar um pai cheio de dores gigantes faria magia.
Sim, claro. Aham.
E o melhor: Eu nem tirei o plástico da metade das informações que tenho.
Chego em Teixeira de Freitas na madrugada em que meu filho foi assassinado e olha só que coincidência digna de novela mexicana: Os “heróis”(covardes) da corporação estavam lá, na mesma rua escondidos achando que eu teria mesma idade e a inoscência do meu filho .Avistei eles no escuro de imediato as três da manhã, como se fossem fãs me esperando para uma sessão de autógrafos.
Me seguiram até a delegacia, provavelmente achando que estavam no “Missão Impossível 9”.
Falharam só em um detalhe pequeno:
câmeras, imagens, horários, carros, placas… tudo registrado.
Parece que espionagem não é o forte deles.
Enquanto isso, o sr coronel Luis Alberto baqueiro paraíso Borges que deveria estar preocupado com a verdade
parece mais empenhado, na minha opinião, em interpretar o papel de protetor oficial da incompetência deste crime cometido pelos covardes sob o seu comando.
Talvez ele acredite que atrasar processo funciona como “Ctrl+Z” da vida real.
So que não funciona comigo.
E quando chegar o dia em que as testemunhas falarem e as provas estiverem batendo na porta dele?
Ah, esse capítulo promete.
Vai ser tão bonito que talvez eu até espere um pedido de desculpas em praça pública.
E temos a parte mais hilária dessa história:
Sumiram exatamente as câmeras da rua onde tudo aconteceu.
Só dessa rua.
Nossa… que coincidência milagrosa, não?
Quase um fenômeno sobrenatural da tecnologia seletiva.
O problema é que as ruas paralelas filmaram a festa inteira:
do ato à chegada no hospital.
Parece até pegadinha do destino.
Podem tentar esconder, sumir, atrasar, remendar.
Mas não tem como fugir:
a verdade é rancorosa, sarcástica e adora voltar para morder.
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