Coronel ou maestro de um circo? A essa altura, fica difícil saber.

Pelo visto, na novela trágica da “justiça” baiana, o senhor coronel Luís Alberto Baqueiro Paraíso Borges decidiu se promover a maestro ,mas daqueles maestros de circo barato, que tenta reger a verdade como quem empurra um elefante por uma porta de banheiro: na marra, no improviso e sem a menor vergonha.
É até engraçadinho ver tanta “boa vontade”… só que não para buscar justiça, e sim para lapidar a verdade e colar histórias com durex e fazer aquele polimento básico nas narrativas que qualquer especialista em conveniência domina com maestria.
Porque, claro, quando a realidade é pesada demais, sempre brota alguém querendo enfiá-la embaixo do tapete, como se a dor alheia fosse poeira de cantinho. E ainda tem a ousadia de achar que eu deveria bater palmas para tanta ginástica moral.
Pois fique sabendo:
palma minha, jamais.
Eu não aplaudo. Eu denuncio, eu desmascaro e eu berro, se for preciso.
E se o coronel imaginou, nem que fosse por um segundo, que eu ficaria quieto enquanto tentam remendar, maquiar ou dar “toque final” na tragédia do assassinato do meu filho Danniel Moreira Oliveira, então ele calculou tão mal quanto um amador tentando reger Beethoven com uma baqueta de plástico.
O que eu sinto não é medo.
É asco, é raiva, é o tipo de revolta que não se dissolve com autoridade nenhuma.
Porque a verdade essa sim ,
não se vende, não se dobra e não se esconde atrás de estrela de uma patente ou farda.
E quem tenta abafá-la sempre acaba ouvindo o eco dela mais alto do que gostaria.
O MEU GRITO JA CHEGOU ONDE NINGUÉM JAMAIS ACREDITOU OU IMAGINARIA.
E ando alerta 24 horas por dia porque a Covardia é o cartão postal do ser Luis Alberto baqueiro paraíso e dos seus subordinados da 87° CIPM RONDESP de Tx freitas.


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